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» Página Inicial Sala de Imprensa Notícias 2017 Novembro Alagoas sediará evento voltado a grupos populacionais tradicionais
09/11/2017 - 11h35m

Alagoas sediará evento voltado a grupos populacionais tradicionais

Objetivo de avaliar o atendimento socioassistencial a grupo como indígenas, quilombolas, ciganas e ribeirinhos

Alagoas sediará evento voltado a grupos populacionais tradicionais

Grupos tradicionais têm características distintas e acesso garantido a programas sociais

Texto de Renata Bello

No intuito de traçar um diagnóstico das situações que os grupos tradicionais como indígenas, quilombolas e ciganos enfrentam e qualificar a assistência a essas famílias, Alagoas sediará a 6ª Oficina Regional sobre Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos no Cadastro Único e Programa Bolsa Família, com representantes de cinco estados do Nordeste.

A oficina, promovida pela Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), terá início na próxima segunda-feira (6), em parceria com a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Segundo a coordenadora do programa Bolsa Família, Maria José Cardoso, a oficina é voltada principalmente para as gestões municipais do PBF e Cadastro Único e, ao longo de 2017, vem ocorrendo em todas as regiões do Brasil.

“Nós queremos realizar diagnósticos e construir soluções e estratégias no que concerne ao acesso dos Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos (GPTEs) ao PBF e Cadastro Único e ao atendimento ofertado pelo poder local a essas famílias”, disse.

Os GPTEs são grupos que apresentam peculiaridades na forma de viver, seja pelos saberes e tradições próprias, como é o caso dos indígenas e quilombolas, seja por situações específicas que as famílias enfrentam, a exemplo das pessoas em situação de rua e dos catadores de materiais recicláveis. Isso os coloca em situação de exclusão e afasta essas famílias do acesso a bens e serviços públicos.

“Compreendemos como grupos tradicionais os quilombolas, ribeirinhos, ciganos, indígenas, extrativistas, pescadores, catadores de materiais recicláveis e população em situação de rua”, completou a coordenadora.

A oficina terá duração de quatro dias e nortearão as discussões  temas como a inscrição no Cadastro Único, estratégias de busca ativa, cumprimento das condicionalidades de saúde e educação e alternativas para o pagamento de benefícios, além da utilização, pela gestão local, do valor referente ao Índice de Gestão Descentralizada (IGD).

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